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quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

O Consumidor Brasileiro e a Sustentabilidade

A pesquisa “O Consumidor Brasileiro e a Sustentabilidade: Atitudes e Comportamentos frente ao Consumo Consciente, Percepção e Expectativas sobre a Responsabilidade Social Empresarial”, lançada na última terça-feira (14) pelos institutos Akatu e Ethos, mostra hábitos dos consumidores e como eles encaram as ações empresariais relacionadas à sustentabilidade.


Entre os diversos pontos analisados pela pesquisa, alguns merecem destaque.

O primeiro ponto é a pequena quantidade de consumidores considerados conscientes. O percentual de pessoas que se enquadram dentro deste perfil ficou em somente 5%, número equivalente a 500 mil consumidores.

Outro fator negativo dentro dessa mesma análise é a quantidade de pessoas indiferentes a esse assunto, que chega a 37%.

A maioria da população brasileira (84%) sequer ouviu falar ou não sabe definir ou define errado o termo Sustentabilidade. Apenas 16% apresentam alguma definição correta ou aproximada para o conceito.

A segunda conclusão de destaque é um pouco mais positiva e está diretamente relacionada aos consumidores mais conscientes.
 O resultado da pesquisa mostra que eles são um em cada três consumidores.
O dado mais relevante das pessoas que têm esse perfil é o fato de serem ativos e dispostos a influenciar outras pessoas e empresas.

A sustentabilidade ainda é um tema distante da maior parte dos brasileiros.
A comprovação disso está no fato de que, mesmo entre a população com altos graus de escolaridade, o percentual de pessoas informadas sobre sustentabilidade não chega nem a 50%.

O número aumenta ainda mais quando considera como parte desse grupo as pessoas com baixo envolvimento, chegando a um somatório de 60%.

Mais da metade dos consumidores, de todas as classes, faixas etárias e escolaridade, nunca ouviram falar do termo sustentabilidade. Isso mostra que por ser algo abstrato, o termo ainda é de difícil compreensão e prática.

Uma das áreas relacionadas à sustentabilidade, a Responsabilidade Social Empresarial (RSE), desperta mais preocupação entre os universitários e consumidores das classes A e B. Mesmo assim, ainda tem um percentual pequeno, apenas 16% dos entrevistados afirmaram buscar informações sobre a RSE.

No entanto, mesmo sem uma busca contínua em relação às ações empresariais, os consumidores assumiram que as empresas mais responsáveis têm mais prestígio que as outras.

O ponto apontado como uma das ações empresariais mais importantes é em relação aos direitos e ações trabalhistas.

A pesquisa aponta que “para ganhar corações e mentes dos consumidores, a sustentabilidade precisa ser apresentada não como conceitos sofisticados, mas traduzidos em práticas e propostas concretas. Tem que ser vista como o caminho mais curto, barato e desejável rumo à felicidade".

Veja a pesquisa completa no site da Akatu.

terça-feira, 30 de novembro de 2010

Reciclagem do Acrílico - As opções sustentáveis para o acrílico no Brasil

Palestra ministrada por Danilo Trevisan (Bérkel Chapas Acrílicas) no 10º Fórum Acrílico.

Parte 1

Parte 2

sexta-feira, 12 de novembro de 2010


O design cumpre seu ideal em soluções inovadoras, nas quais a proposição central – ao lado de aspectos técnicos, econômicos e culturais – é justamente a interface pessoa-objeto. Isso porque a configuração que o design dá aos objetos está longe de resumir-se à simples expressão do processo criativo; ela se manifesta sobretudo na contribuição ao bem-estar das pessoas e à melhoria das relações humanas

Nesses termos, a Mostra SENAI-SP de Design 2010 Da Referência a Tendência, como o design é percebido, pretende estimular o imaginário de todos os que já demonstram interesse pelo design ou desejam conhecer um pouco de sua importância e significado

Mostra SENAI-SP de Design 2010

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

O design e a cidade, na pauta do Encontro Estadão-Cultura

Encontros Estadão e Cultura: Sérgio Rodrigues

Parte 1


Parte 2


Parte 3


Parte 4


Parte 5


Parte 6


Veja matéria do estadao.com.br

1º Seminário de Design Público e Consumo Popular

Dias 09 e 10 de novembro, acontecerá o 1º Seminário de Design Público e Consumo Popular, no MAM (Museu de Arte Moderna de São Paulo) das 9h às 18h.

O seminário da Facamp, aberto a professores, pesquisadores e profissionais das áreas, visa discutir questões de design para áreas públicas e consumo popular.

O seminário permitirá também documentar a produção brasileira já realizada e também mostrar aos estudantes como esses são importantes campos de atuação, que devem crescer, caso continue a haver investimentos públicos na área social.

Para maiores informações: www.facamp.com.br/seminariodesign/

sábado, 30 de outubro de 2010

Designer X Projetista

Na minha época de estudante e no início de carreira, ser projetista era o máximo. O projetista era "o cara". A hierarquia era a seguinte: na ponta da cadeia estava o desenhista copista (coitado!), aquele que passava a nanquim o trabalho feito pelo desenhista, que por sua vez tinha a função de organizar informações e representar o plano executivo criado pelo projetista. O projetista era um elemento-chave na cadeia de projeto - sua função era viabilizar a idéia ou conceito do Arquiteto ou Engenheiro. Aliás, o que seria de Oscar Niemeyer se não fosse sua equipe de projetistas??

Muito bem. Numa certa altura dessa história entrou a figura do Designer que, assim como o Arquiteto, pesquisa, conceitua e cria produtos que precisam ser traduzidos para a linguagem de projeto. É muito comum ouvir chefes de fábrica reclamando dos "projetos" de arquitetos e designers que não trazem informações suficientes sobre materiais e métodos construtivos. E é aí que entra o Projetista (com letra maiúscula).

Não há problema algum em ser projetista. Como disse, sou do tempo em que o projetista era um profissional gabaritado, disputado pelo mercado devido à sua formação nas ciências exatas somada à habilidade e criatividade para resolução de problemas. A gente costumava brincar dizendo que "tínhamos nanquim nas veias..." rs.

Atualmente as escolas de design dedicam mais tempo a ensino do AutoCad (como se a representação gráfica do projeto fosse mais importante que seu conceito) do que às ciências da pesquisa e conceituação. Assim, o futuro designer confunde sua função com a de projetista e faz nem uma coisa nem outra.

Hoje exitem centenas cursos de design no Brasil, e uma categoria de curso chamada Técnico em Design. De acordo com um supervisor do
Curso Técnico em Design de Móveis do SENAI, o objetivo da instituição é formar "técnicos" em design de móveis para auxiliar o Designer. Mas não é isto que o mercado entende – muitos empresários contratam esses "técnicos" pensando que são Designers.

Vejamos algumas matérias do curso:

Noções de construção de móveis; Tipos de construção; Partes de móveis: gavetas - corrediças de madeira, corrediças metálicas; portas - correr eixo vertical, eixo horizontal, de enrolar, ferragens, fundos de armário, prateleiras, batentes, perfis; Processo de produção do móvel; Tipos de processo; Noções de Custos; Logística.

Na minha lingua o profissional formado pelo Curso Técnico em Design deveria se chamar... PROJETISTA!!

Qual é o problema de ser Projetista?? (o mercado precisa deste profissional...)
Porque os projetistas de hoje se auto-denominam "designers"?
(se eu domino o Autocad, sou designer...)

Que maldita confusão estão fazendo com os cargos e funções da cadeia de projeto?

O que andam fazendo as "associações" de designers que não lutam pela ordem e regulamentação do exercício de nossa profissão, esclarecendo o mercado  sobre as reais funções do Designer?

Outro dia escrevi que, como designer, eu adoraria ser representada pelo CREA. Muitas pessoas não gostaram da idéia e voltaram à velha picuinha designer X arquiteto X engenheiro... Que bobagem! Há espaço para todos, inclusive para os os honrados Projetistas, parceiros do Designer na viablização técnica de suas idéias.

Acho que precisamos urgentemente reestruturar a cadeia de projeto para o bem dos futuros profissionais...

***

Existe uma outra categoria de "designers" por aí: é aquele pessoal que fez um cursinho para dominar os softwares home design, muito comum em lojas de móveis planejados. O carinha em questão aprende a operar o 20-20, Promob, Domus e etc, e já "se acha" designer (rsrsrs).
Pra essa turma um amigo meu criou um novo status profissional: PROGETÊRO.


Este texto foi retirado do livro Um designer sozinho não faz milagres - Ed. Rosari http://www.rosari.com.br/


sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Canal Design Possivel - Christian Ullmann

Video muito bacana do canal Design Possivel, com depoimento do Christian Ullmann.


http://www.youtube.com/canaldesignpossivel

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