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Mostrando postagens com marcador design estratégico. Mostrar todas as postagens
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domingo, 9 de agosto de 2020

Você é designer gráfico ou de produto e quer entrar na área de UX - UI? Então este post especial é para você!

   Você é designer gráfico ou de produto e quer entrar na área de design digital ux, ui?

 
Lembre-se com o seu background e mindset de design a transição é fácil, pois é mais técnica do que conceitual.
 
Visite o meu portal de design e inovação DECE  onde você encontrará toda a informação e recursos que precisa para começar nessa área de design digital. Boa sorte!


quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Organizando dormitórios de forma simples e eficaz





A quantidade de objetos que dispomos hoje para viver nos põe em face de desespero quando precisamos organizá-los. Muitas soluções hoje já são encontradas para tal, mas há áreas da casa um pouco desassistidas sob o ponte de vista de produtos eficazes.
Com o propósito inovativo e de diferenciação no mercado de soluções em organização para a casa, a Intervento Design projeta para a Masutti Copat uma nova linha de acessórios para dormitórios, lançados na Formóbilie 2012. Esta linha dispõe de uma gama de itens que visam simplificar a organização dos nossos objetos do dia a dia.
A pesquisa se volta a essencialidade das formas e das funções dos móveis. Estilo, elegância, diferenciação, nobreza, identidade única e envolvente. O refinamento dos modelos apresentados coloca em evidência o projeto pensando para um público de gosto contemporâneo, minimalista e ao mesmo tempo despojado.
Resultante de pesquisa, projeto e muita elaboração, o conceito caracteriza uma inspiração nas necessidades reais das pessoas, e para tanto foram explorados universos ainda pouco assistidos do ponto de vista industrial, introduzindo soluções para dormitórios com novos materiais e acabamentos para assegurar um ar mais aconchegante e quente a estes ambientes.
Detalhes de estilo contemporâneo, revisitado por novas propostas de materiais e acabamentos como o tecido e as cores quentes, para uma tendência da necessidade de aconchego em casa, apresenta-se a prateleira multiuso totalmente construída em tecido e estrutura em metal com acabamento marrom, fazendo analogia às roupas e aos tons da madeira. 
Propondo uma organização delicada e bem distribuída às caixas construídas em tecido podem organizam roupas íntimas, meias, cintos, gravatas, joias, perfumes, toalhas menores e o que mais a criatividade de cada um imaginar. Por serem de tecido também podem ser removidas para a lavagem.
veja mais em: www.interventodesign.blogspot.com

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Objetos de(o) luxo




Objetos de(o) luxo
Uma vida de luxo implica uma vida sem trabalho físico. Mas um objeto de luxo não é necessariamente um objeto que não dê trabalho. Não é só na fabricação que se pode exigir esforço, mas também na manutenção. Polir prata, latão e cobre, conservar couro e esfregar pedra já foram o centro da vida doméstica.
O luxo, em parte, é criado pelo uso de materiais que lhe são associados. O precioso e o raro em geral são os mais procurados. Mas parecer caro simplesmente não basta. É preciso sinalizar valor e ambição da maneira correta. Com certos tipos de objetos, é preciso saber um pouco sobre eles para entender como são preciosos. Para certos objetos, o conceito de luxo é usado para criar a aura antes propiciada pela arte.
Os sinais visuais e táteis do luxo são intimamente associados a valor. São os gatilhos que nos fazem acreditar que um objeto vale mais que outro com as mesmas características funcionais. O luxo pode ser sinalizado por deixas audíveis: o ruído do motor de um carro, ou de uma porta sólida se fechando, ou o clique de uma fechadura sendo trancada. Ou a mensagem pode ser transmitida por sinais que sugiram desempenho. Por mais que tentamos, não podemos deixar de interpretar uma grade de ventilação próxima ao capô bem-talhado de um carro senão como algo que se lhe agregasse valor.
Já se considerou que o valor de um objeto tinha relação direta com a quantidade de coisas que pudesse fazer. A profusão de mostradores e marcadores em equipamentos eletrônicos de certa época refletia a necessidade de informar os proprietários do quanto sua máquina era capaz, mesmo se a informação transmitida por todos aqueles ponteiros dançantes maravilhosamente precisos não tivesse muita relevância prática para o proprietário.
Atualmente, luxo, cada vez mais, são os detalhes que convencem os consumidores a gastar dinheiro. Mas outra definição de luxo – mais próxima do sentido original – talvez se mostre mais e mais pertinente. Por essa definição, o luxo é a maneira de propiciar um alívio da implacável maré de bens que ameaça nos afogar.

Juliana Desconsi | Designer | Intervento Design | (54) 3052.0950 juliana@interventodesign.com.br |www.interventodesign.com.br

terça-feira, 7 de junho de 2011

O Design como pensamento estratégico

Como designer e analista de sustentabilidade sempre recebo a mesma pergunta vinda dos empresários de diferentes setores:

“Para que eu preciso de um designer se a minha empresa não projeta, nem desenvolve um produto físico? Eu trabalho com serviços, com o intangível!”

Como já me cansei de responder essa questão uma e outra vez, melhor escrever este artigo e quando alguém no futuro me perguntar, direcionarei a pessoa para este link!

Caro empresário brasileiro, o design acima de tudo, aporta para a sua empresa um “pensamento estratégico" – criativo, de inovação, independente se ela desenvolve produtos físicos ou não.
Esse pensamento estratégico gera novas, e aperfeiçoa as já existentes, vantagens competitivas da empresa no mercado e frente a seus concorrentes, na forma de novos modelos de negócios, novos serviços – experiências – percepções de sua empresa para o consumidor e etc.

Um exemplo conhecido é a Apple. Steve Jobs sempre foi um “design thinker” de primeira classe, ele sempre entendeu perfeitamente o valor e a aplicação do design como um pensamento estratégico – inovador para gerar inovação à todos os níveis possíveis, desde processos de engenharia (tangível) até criação de novos estilos de vida (intangível)!
Sem o design, desde essa perspectiva, dificilmente produtos com Ipad, Iphone, e serviços derivados deles e ultimamente o Icloud teriam surgido no mercado, criando infinitos novos mercados e conservando mercados já existentes

Esta qualidade criativa e inovadora é algo natural, inerente ao designer, pela sua mesma formação profissional, leva-o a ter sempre uma visão e abordagem sistêmica sustentável e a capacidade de entender e integrar as diferentes disciplinas dentro de uma empresa.

O design é sempre um catalisador de inovações, a qualquer nível que seja aplicado!

 O design é vital para que a empresa seja sustentável e inovadora em todas as suas dimensões (ambiental, social e econômica) funcionando também como um elemento unificador, criador e consolidador da cultura sustentável da empresa, em todos os níveis.
Frustrante verificar que comitês de sustentabilidade nas empresas, prêmios às melhores empresas sustentáveis, e até empresas certificadoras, não tem nenhum designer, afinal elas não produzem nenhum produto físico!

Mas tem que decidir o que é estratégico, sustentável e inovador!

Isso porque não entendem ou não conhecem o beneficio do "design como pensamento estratégico em um contexto global corporativo”, e ainda acreditam muito erroneamente que um bom engenheiro especializado em gestão ambiental, processos, junto com administradores e financeiros “verdes” será mais do que suficiente para gerar novas dinâmicas sustentáveis internas e externas.
Sem o designer e a sua visão, as dinâmicas sustentáveis da empresa serão limitadas, conservadoras e de curto prazo.
Ela será sustentável sem o designer, importante dizer, mas não terá todo o seu potencial mapeado, conhecido e explorado.

É hora do empresário brasileiro deixar para atrás essa visão obsoleta de que o design somente é necessário caso a empresa desenvolva produtos físicos.

O design não existe mais apenas como um elemento físico – industrial para manufatura.
Caso ele queira realmente ser sustentável e inovador, precisará sempre do design como pensamento para a inovação e sustentabilidade!

Já esta na hora do design ser percebido como um pensamento estratégico – criativo – inovador vital para a sua empresa, em todos os sentidos.
Ele deve ter o seu respectivo lugar de destaque na busca da sustentabilidade empresarial brasileira neste século 21.

Afinal, visões conservadoras e quadradas, em qualquer âmbito da ação humana, não podem gerar sustentabilidade criativa e muito menos inovação!

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