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terça-feira, 27 de outubro de 2020

Desça o livro Design Thinkers

 

 

 

 Desça o livro "Design Thinkers - Os novos protagonistas do mercado" com Pay with a tweet

segunda-feira, 5 de maio de 2014

Design Thinking em 8 posters

Gostaria de compartilhar este excelente trabalho da designer inglesa Sophie Campbell que em 7 belos posters sintetizou Design Thinking do começo ao fim.


Você pode descer os posters (Stage 1-8) pelos links:


(Posters e Site de Sophie Campbell)
Falando em Design Thinking você já leu meu artigo
 super polêmico?  Design Thinking não é Design!
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sábado, 9 de fevereiro de 2013

Documentário sobre Design Thinking


Compartilho excelente iniciativa, um documentario sobre Design Thinking chamado "Design and Thinking".  

Veja mais no site do filme


(Post extraido de DRP)

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Objetos de(o) luxo




Objetos de(o) luxo
Uma vida de luxo implica uma vida sem trabalho físico. Mas um objeto de luxo não é necessariamente um objeto que não dê trabalho. Não é só na fabricação que se pode exigir esforço, mas também na manutenção. Polir prata, latão e cobre, conservar couro e esfregar pedra já foram o centro da vida doméstica.
O luxo, em parte, é criado pelo uso de materiais que lhe são associados. O precioso e o raro em geral são os mais procurados. Mas parecer caro simplesmente não basta. É preciso sinalizar valor e ambição da maneira correta. Com certos tipos de objetos, é preciso saber um pouco sobre eles para entender como são preciosos. Para certos objetos, o conceito de luxo é usado para criar a aura antes propiciada pela arte.
Os sinais visuais e táteis do luxo são intimamente associados a valor. São os gatilhos que nos fazem acreditar que um objeto vale mais que outro com as mesmas características funcionais. O luxo pode ser sinalizado por deixas audíveis: o ruído do motor de um carro, ou de uma porta sólida se fechando, ou o clique de uma fechadura sendo trancada. Ou a mensagem pode ser transmitida por sinais que sugiram desempenho. Por mais que tentamos, não podemos deixar de interpretar uma grade de ventilação próxima ao capô bem-talhado de um carro senão como algo que se lhe agregasse valor.
Já se considerou que o valor de um objeto tinha relação direta com a quantidade de coisas que pudesse fazer. A profusão de mostradores e marcadores em equipamentos eletrônicos de certa época refletia a necessidade de informar os proprietários do quanto sua máquina era capaz, mesmo se a informação transmitida por todos aqueles ponteiros dançantes maravilhosamente precisos não tivesse muita relevância prática para o proprietário.
Atualmente, luxo, cada vez mais, são os detalhes que convencem os consumidores a gastar dinheiro. Mas outra definição de luxo – mais próxima do sentido original – talvez se mostre mais e mais pertinente. Por essa definição, o luxo é a maneira de propiciar um alívio da implacável maré de bens que ameaça nos afogar.

Juliana Desconsi | Designer | Intervento Design | (54) 3052.0950 juliana@interventodesign.com.br |www.interventodesign.com.br

As melhores fontes de Pesquisa em Design Thinking no mundo

 

 

Encontre as melhores fontes de Design Thinking no mundo no meu portal de Design Research DRP em https://designresearchportal.wordpress.com/design-thinking/

 

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domingo, 1 de abril de 2012

Design Thinking - Inovação em Negócios

COMO INOVAR EM NEGÓCIOS?
                      Inovar é uma tarefa árdua e muitas vezes frustrante, mas essencial para obter diferenciação no mercado. O Design Thinking aborda problemas tradicionais de negócio sob multiplas perspectivas,
ajudando a solucioná-los de maneira mais efetiva, que conduz a novos caminhos.
    Este livro apresenta etapas, técnicas e ferramentas, ilustradas através de cases genuinamente brasileiros,         para inspirar e auxiliar na empreitada rumo à inovação. (Texto do site).

Veja mais informação sobre o livro no site.

(Do blog DECE)

quinta-feira, 22 de março de 2012

Livro: Design Thinking - Uma metodologia poderosa para decretar o fim das velhas ideias

Acabei de ler esse livro "Design Thinking - Uma metodologia poderosa para decretar o fim das velhas ideias", bem legal, tem vários cases e no final tem dicas bacanas sobre design thinking.

Sinopse: Este livro procura introduzir a ideia de 'Design Thinking', um processo colaborativo que tenta utilizar a sensibilidade e a técnica criativa para suprir as necessidades das pessoas não só com o que é tecnicamente visível, mas com uma estratégia de negócios viável. É uma abordagem centrada no aspecto humano destinada a resolver problemas e ajudar pessoas e organizações a serem inovadoras e criativas. Esta obra é indicada para os líderes que estão em busca de alternativas, tanto funcional quanto financeiramente, para os negócios e para a sociedade.

Sinopse da Livraria Cultura
 

quinta-feira, 15 de março de 2012

Setor 2.5


Setor 2.5 = Design thinking + Design social


Novos modelos de negócios dão forma a este novo e atual setor, com o objetivo principal de oferecer inclusão para as classes sociais carentes e necessitadas. Jovens designers, administradores, sociólogos, assistentes sociais, antropólogos, arquitetos, médicos, advogados, todas as profissões estão dedicando tempo e esforço para fortalecer esta nova proposta sintonizada com as necessidades da sociedade contemporânea.
Uma “empresa contemporânea” não precisa ter como único objetivo o lucro econômico, ela pode ser lucrativa e pode colaborar com a inclusão social e melhoria da qualidade de vida das classes sociais mais carentes.
Novos produtos e novos serviços, criando novas oportunidades para a população excluída e de baixa renda. O setor 2.5 vem para atender uma demanda de problemas socioeconômicos que o capitalismo tradicional não conseguiu resolver. Os negócios sociais propõem aplicar o modelo eficiente de gestão das empresas para gerar o maior impacto social possível.
Porém, não podemos nos iludir e acreditar que só teremos boas intenções, pois há mais de 15 anos o mercado sabe que o único espaço para crescer na pirâmide social é para as classes de baixa renda. O novo modelo de negócios sociais não incentiva o consumo desenfreado e supérfluo, propõe criar produtos e serviços que atendam as necessidades básicas da população de baixa renda não atendidas pelo mercado.
+

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Problemas x Soluções

A metodologia exclusiva das atividades projetuais, que nós designers aprendemos na universidade durante quase 50 anos, hoje “Design Thinking” é o grande diferencial entre as empresas criativas e empresas convencionais de todas as áreas.
Definições utilizadas pelo design thinking são muito importantes, de fato desde a Bauhaus que as conhecemos e agora apresentadas não somente em áreas complementares do design (entenda-se desenvolvimento de produtos físicos de duas e três dimensões) como também em marketing, economia, novos negócios, gestão, inovação, etc. E esta é a realidade do design hoje – e é positivo ter outras profissões conhecendo, incorporando, a nossa forma de abordar problemas.
O design ganha espaço e abre novas oportunidades, porém temos que ter cuidado para não ser mais uma moda passageira podendo diferenciar o que é marketing corporativo do que é realmente uma inovação
Transformar problemas em soluções, a mais nova e bem sucedida metodologia

segunda-feira, 28 de março de 2011

Design thinking: marketing para convencer clientes

(texto originalmente publicado no Design Simples)

Complementando os debates sobre a validade do termo design thinking, resolvi compartilhar com os leitores este trecho de uma matéria publicada na Revista Época Negócios. Aqui fins e meios são tratados sem reservas, vale a leitura:

“A Ideo conseguiu também associar seu nome ao movimento do design thinking com uma bela jogada de marketing. (…) A agência foi fundada por David, irmão mais velho de Kelley. (…) Em 1978, formou com amigos da faculdade uma pequena empresa chamada David Design. Em 1981, a agência desenhou o primeiro mouse com rolamentos para a Apple, mais barato e mais eficaz do que os similares de então. (…) Nos primeiros anos, David trabalhou para clientes como HP e Xerox. Mas logo percebeu que, se quisesse mudar o mundo, deveria expandir sua atuação.

Em 1991, associou-se a Bill Moggridge, que desenhou o primeiro laptop, e Mike Nuttal, especialista em design de gadgets. Surgia a Ideo. O negócio prosperava, mas não na velocidade imaginada por David. Ele já havia desenhado a metodologia que considerava essencial para encontrar novas oportunidades para as empresas. No momento de apresentar uma proposta de trabalho a um cliente, costumava separar as diferentes fases – compreensão dos objetivos, observação, discussão, criação de um modelo – e apresentar orçamentos independentes. Invariavelmente, ouvia dos clientes: “Não perca seu tempo. Comece pela fase três”.

David sabia que era justamente nos procedimentos preliminares que estava a diferença em relação aos concorrentes. Até que em 2003 David teve uma idéia marqueteira. Parou de chamar a Ideo de agência de design e inventou o termo design thinking. Os princípios revolucionários formulados por ele foram mantidos. Mas o novo batismo fez barulho, atraiu publicidade e terminou por convencer os clientes mais reticentes. O conceito, portanto, tem apenas seis anos, mas já foi incorporado por agências em todo o mundo. Nesse mesmo ano, David terminou de formatar o movimento do design thinking ao implantar na Universidade de Standford ad. School, um curso multidisciplinar voltado para qualquer tipo de profissional que forma, simplesmente, pensadores do design.”

Matéria de Ivan Padilla para a Revista Época Negócios, nº34 – 12/2009 – Ed. Globo


A versão completa digitalizada pode ser baixada neste tópico de Thiago Fontes no Design de Serviços BR: http://designdeservicosbrasil.ning.com/forum/topics/entrevista-de-tom-kelley-para


… e um minuto de silêncio para o “”"design thinking”"”. rs

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Imagem: Tom Kelley, da IDEO (foto de Renato Parada para Revista Época).

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Rafael Gatti é idealizador do projeto Design Simples.

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